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No pelo é mais gostoso e eu quis sentir a porra na boca e cuspir tudo na boca do manso

Ele deixou muita porra na minha boca e isso é um banquete para o corno, a regra é clara.. Não pode ficar uma gotinha

Relato do vídeo

Chegar na casa dele é como chegar em casa. Mal entro, já tiro a roupa e pulo na cama, mas dessa vez o clima estava diferente, mais intenso. Sentei na beira da cama e tirei os tênis bem devagar, sentindo os olhares famintos dos dois me devorando a cada segundo. Quando ergui os olhos, lá estavam eles, bocas entreabertas, o volume crescendo dentro dos shorts sem cueca. Aquilo era um prato cheio: dois homens loucos para me ter.


Levantei para tirar o macacão, e o personal não perdeu tempo. Veio me “ajudar”, deslizando a alça e tocando meus seios com mãos ansiosas. Sua boca quente encontrou o biquinho dos meus peitos, chupando e mordiscando de leve, o que me deixou toda arrepiada. Entre os beijos, procurei o olhar do corno, que brilhava de puro tesão. O personal me guiou para a cama, com ele logo atrás, me explorando com as mãos e a boca. Ele sempre chupa gostoso, mas dessa vez havia algo mais dominante em seu toque.


Depois de me saborear, ele se posicionou na beira da cama, o pau já duro, me convidando. Como boa aluna, fui até ele e engoli tudo, sentindo as bolas baterem no meu queixo. Nesse momento, confesso, até esqueci do corno. Só voltei a procurá-lo com o olhar quando o personal deslizou seu pau na minha bucetinha, sem camisinha. Que sensação! Outro homem me possuindo, e eu ali, entregue, esperando ele me encher. O corno, vendo meu tesão, deixou o personal tomar as rédeas. O cara aproveitou: me colocou de quatro, montou na minha bunda e meteu com força, arrancando gemidos de prazer. Ele judiava, metendo e parando, segurando a gozada que eu tanto queria dentro de mim.


Aquilo estava me deixando louca. Resolvi tomar o controle: mandei ele deitar e subi em cima, cavalgando com vontade. Seus olhos reviravam, e eu sabia que estava chegando onde queria. A porra quente veio, me enchendo, e ele, olhando nos meus olhos, só disse: “Beija”. Entendi na hora. Pulei de cima, e ele ficou na minha frente, tentando segurar para o corno participar. Mas as primeiras gotas começaram a sair, e eu não ia desperdiçar. Fui buscar minha “mamadeira” cheia e depois despejei tudo na boca do corno, que, obediente, engoliu cada gota da porra de outro macho.


Pensei que a brincadeira tinha acabado, mas ele desceu e começou a me chupar, dizendo que queria ver a porra dentro de mim. Olhei para o personal, que já estava pronto para o segundo round. Eles não tiveram dó. Me pegaram de jeito, parando toda vez que eu estava prestes a gozar, me deixando na beira da loucura. Poderíamos ter ido do meio-dia à noite, mas o personal tinha um compromisso e precisou acelerar. Enquanto o corno e eu nos divertíamos, ele foi tomar banho. Achei isso errado e disse pro corno ficar sentadinho. Eu precisava deixar meu personal bem relaxado antes de ele sair de casa.

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