Depois que ele me colocou de quatro o tesão falou mais alto e peguei o seu pau pesado e coloquei no meu cuzinho apertado
Relato do vídeo
Quando aquele puto começou a pincelar o pau na minha buceta, senti uma dor gostosa que me fez tremer. Ele entrou rasgando, com uma força que só um pauzão consegue ter, misturando dor e tesão de um jeito que fez meus olhos revirarem. Cada socada empurrava meu corpo com tanta pressão que, se ele mantivesse o ritmo, eu gozaria em segundos. Mas ele, experiente, foi devagar, me fazendo implorar por mais, enquanto suas mãos passeavam pela minha bunda e roçavam meu cuzinho, que tava bem fechadinho.
Com o polegar, ele mexia, puxando o melzinho da minha buceta pra deixar tudo mais molhado e fácil. Quando cravou o pau e me puxou pra trás, berrei como cadelinha no cio, louca pra sentir aquele pauzão me abrindo por trás. Peguei ele com as mãos e forcei contra meu cuzinho. Cada mexida da cintura dele arrancava um suspiro, e um pouquinho mais entrava, fazendo meus pés se contorcerem de tesão. De quatro na cama, eu buscava o olhar do corno, com biquinho e língua pra fora, toda putinha, pra ele curtir cada detalhe da esposa sendo enrabada por um pau que eu nunca imaginei que caberia no meu cu.
Fiquei bêbada de tesão, e quando vi, o puto tava atolado na minha bunda, indo mais fundo que qualquer outro. Cada bombada fazia meus pés tremerem, e eu já não controlava o tesão que tomava meu corpo. Cada socada e tapa na bunda era uma descoberta do quanto eu era puta, e a sincronia com meu corno tornava tudo ainda mais foda. Aos poucos, meu cuzinho se acostumou com o prazer e pedia mais — mais rápido, mais forte, mais fundo. Gritei pra ele me fuder, e ele, bom macho, obedeceu.
Logo veio o prêmio: uma gozada farta na minha bunda, deixando meu cu dilatado, sem forças pra fechar. Aí o corno chegou, fazendo o que sabe de melhor: lambeu toda a porra, me virou e chupou até arrancar outra gozada minha. Fiquei tão sem forças que mal saí da cama. Me senti realizada. Cheguei no motel com o cuzinho menor que uma moeda de cinco centavos e saí com ele mais largo que uma de um real. Que dia foda!
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