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Gaucho me reconheceu na balada e levei ele para uma cabine

Realizei o desejo de um corno e fiz ele meu comedor por uma noite

Relato do vídeo

Estávamos na balada, eu e o Gil curtindo a vibe, quando um cara chegou do nada e perguntou pro Gil se eu era a Karenkiss. Gil confirmou na hora, e o cara, todo empolgado, disse que nos acompanhava há um tempão. Ele veio me cumprimentar, super feliz, me deu um abraço, mas logo virou pra trás com cara de assustado. Perguntei se tava tudo bem, e ele explicou que a mulher dele tava ali na balada e não sabia que ele me conhecia. Pra piorar, ele teve que convencer ela a ir pro rolê, e se ela visse ele falando comigo, ia rolar ciúmes. Não curto causar treta, então me afastei e fui dançar, enquanto ele ficou batendo papo com o Gil.

Na conversa, o cara, que era gaúcho e tava em São Paulo a trabalho, abriu o jogo: ele curtia o lance de cuckold e levou a mulher pra balada pra tentar botar as fantasias em prática. Gil, esperto, explicou como funcionavam as cabines e se ofereceu pra mostrar o lugar. Nisso, a mulher dele apareceu – uma loira linda, alta, com um corpo incrível e aquele sotaque gaúcho que é puro charme. Gil me chamou, contou toda a história, e o papo fluiu. De repente, a coisa esquentou: Gil tava lá, beijando a mulher do cara, enquanto o marido dela ficava mordendo os lábios de tesão, só olhando. Eu, já no clima, joguei a bunda pra trás, e o cara veio com tudo, passando a mão, os dedos ligeiros achando minha buceta, que tava molhada pra caramba. Foi uma conexão instantânea.

Quando os amassos entre Gil e a loira acabaram, ele sugeriu ir pras cabines pra esquentar mais o rolê. A mulher ficou meio na dúvida, mas fomos os quatro pelos corredores, procurando um canto vazio. Chegamos num quarto coletivo, e aí a coisa pegou fogo de verdade. Gil foi pra cima da loira, e eu tava lá, sendo chupada, curtindo cada segundo. Foi tudo tão gostoso que os dois gozaram, mas eu ainda tava com sede de mais. Saímos, nos limpamos, e o casal disse que ia voltar pra pista. Eu e Gil continuamos no labirinto, caçando outra vibe. Entrei numa cabine onde solteiros podiam rolar, e quem aparece? O mesmo gaúcho, com aquele pau rosa e vergado pra cima, inconfundível. Comecei brincando, chamei ele pra entrar, mas ele ficou receoso, achando que não ia rolar com todo mundo. Gil, de boa, disse que podia sair e ficar com a loira, mas aí outro cara apareceu e já foi pegando ela lá fora mesmo. O gaúcho entrou, e o que era pra ser só mais um corno me pegou com vontade, me comeu gostoso e terminou com um leitinho na minha boca.

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