Acordei com o som bombando na piscina e o corno ainda estava deitado, fui com jeitinho e começei a provocar, peguei a mão dele..
Relato do vídeo
Acordei com o grave da música bombando lá fora, na piscina, e o corno ainda roncava deitado ao meu lado. Sorri maliciosa, me esgueirei por baixo do lençol e peguei a mão dele devagar. Levei direto pro meio das minhas pernas, já molhadinha desde o sonho. Ele acordou confuso, mas logo sentiu o calor úmido e começou a esfregar devagar, circulando o clitóris com os dedos grossos.
Na mais pura safadeza, guiei dois dedos dele até meu cuzinho apertado. "Força um pouquinho, amor... entra devagar", sussurrei no ouvido dele, mordendo a orelha. Ele gemeu baixo, empurrou e eu senti a invasão gostosa, o dedo escorregando devagarinho enquanto minha buceta pulsava de tesão. O pau dele já estava estralado, latejando contra minha coxa.
Me virei de quatro na cama, empinei bem a bunda pro alto e continuei provocando: "Olha como eu tô molhada pra você... quer me foder forte?". Ele não aguentou — agarrou meus quadris com força, me puxou pra trás e meteu tudo de uma vez. Entrou rasgando, fundo, me fazendo soltar um gemido alto que ecoou no quarto. Começamos uma putaria deliciosa: ele socando ritmado, eu rebolando pra trás, sentindo cada veia do pau dele roçando nas paredes da buceta.
Aí eu apelei de vez. Empurrei ele de costas na cama, montei no pau duro e desci devagar, sentindo ele me preencher até o fundo. Olhei nos olhos dele enquanto rebolava devagar no começo, depois acelerei, girando a cintura, apertando a buceta em volta dele. Vi ele virar os olhos, morder o lábio, se contorcer inteiro debaixo de mim. "Vai, corno... goza dentro da sua puta", provoquei. Ele não resistiu: encheu tudo, jatos quentes pulsando no fundo, me deixando escorrendo enquanto eu continuava rebolando, espremendo cada gota.
Quando levantei, ainda ofegante e com a buceta latejando, olhei pela janela. As meninas estavam na piscina, corpos molhados brilhando no sol, rindo e se jogando na água. "Vou dar uma molhadinha lá fora, amor... relaxar um pouco com elas", falei com um sorrisinho safado.
Era só desculpa. Mal pisei na beira da piscina, as duas já me puxaram pra dentro da água. Começamos uma pegaçaão molhada e sem vergonha: beijos molhados, mãos apertando peitos, dedos explorando bucetas debaixo d'água. Elas me apertaram contra a borda, uma chupando meu pescoço enquanto a outra lambia meu clitóris por cima da calcinha fina. Gemia alto, sem me importar com os cornos olhando da varanda, todos de pau duro na mão, mas sem ousar chegar perto.
O que é nosso, só outro macho usa. E hoje, as meninas e eu estávamos no comando total da putaria.
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