O corno queria um chifre e fui pro motel sozinha com um amigo, ele ficou em casa morrendo de ciumes do nosso namorinho gostoso
Relato do vídeo
Minhas primeiras experiências com esse fetiche começaram de forma provocante. Eu deixava meu marido, o Gil, em casa e saía com amigos, especialmente um colega de trabalho que me atraía muito. Adorava conversar com ele e não escondia do Gil o quanto o achava gostoso. Trocávamos nudes constantemente, e eu caprichava nas fotos mais ousadas. No dia a dia, me produzia toda para o trabalho, sabendo que isso deixava o Gil roído de ciúmes — mas era exatamente o que ele queria. Ele pedia por “chifre”, e eu decidia como e quando isso aconteceria.
Numa dessas saídas, avisei que iria ao motel com meu colega após o expediente. O Gil, apesar de apoiar, ficava naquela mistura de tesão e ciúmes, imaginando sua esposa novinha apaixonada por outro homem que sabia o que fazia. Seu único pedido era que eu registrasse tudo para ele assistir depois. Quando meu colega me buscou na rua do hospital, a química foi instantânea. Assim que entrei no carro, ele me deu um beijão que me deixou arrepiada e molhada na hora. O vidro do carro era todo escuro, e enquanto ele dirigia, pediu que eu abaixasse a calça e virasse a bunda para ele. Reclinei o banco, obedeci e fiquei de costas. Ele começou a acariciar minha bunda, sentindo meu melzinho escorrer. Seus dedos entraram devagar, um a um, me deixando louca de tesão.
Quando chegamos ao motel, eu já estava só de camiseta dentro do carro. Ele desceu primeiro, parou na porta e, quando passei, me deu um tapa na bunda, me guiando até a cama. Me colocou de quatro na beira da cama e começou a lamber tudo — do grelinho ao meu cuzinho, que era bem apertado, já que só o Gil e mais um tinham explorado ali. Ele usava a língua com pressão, relaxando meu corpo, enquanto seus dedos entravam e saíam dos meus buraquinhos. Eu estava tão excitada que mal me continha, tentando puxá-lo para cima de mim.
Ele tirou a roupa, passou o pau na minha buceta e parou. Veio até meu rosto e pediu que eu abrisse bem a boca, querendo ir fundo. Eu ainda era iniciante, mas ele parecia querer me “treinar”. Fiz o que pediu, e ele socava no fundo, segurava, tirava, cada vez mais intenso. Quando eu tentava respirar, ele puxava meu cabelo, me fazendo olhar nos seus olhos antes de voltar a me engasgar. Quando seu pau já pulsava, ele me virou, segurou minha cintura com força e meteu de uma vez. Gritei de dor e tesão. As estocadas eram fortes, mas lentas, como se quisesse me acostumar com ele. Eu pedia para ir mais rápido, mas ele fazia no seu ritmo. Tentei rebolar, e ele cravava ainda mais fundo. Entrei no jogo dele, até que encontrei a posição perfeita para gozar.
Foi então que ele parou e pediu que eu relaxasse, dizendo que agora me faria gozar de verdade. Mandou que eu deitasse e, quando veio por cima, pensei que seria no pelo. Mas ele parou, olhou nos meus olhos e lembrou do vídeo para o Gil — eu tinha até esquecido! Levantei, coloquei o celular para gravar e voltei. Ele mudou o ritmo, deitou sobre mim e me comeu num papai e mamãe intenso e gostoso. Eu procurava sua boca para beijar, arranhava suas costas, louca de vontade. Travei a cintura, rebolando até gozar. Ele percebeu e, só depois disso, me fodeu com força para gozar também, me usando com prazer.
Quando terminamos, comentei, rindo: “Você judiou demais!” Ele deu uma risada e disse que fez isso para me deixar com vontade de repetir, pedindo que eu mostrasse o vídeo ao Gil e contasse o que ele achou. Fiquei intrigada. Quando cheguei em casa e mostrei o vídeo, o Gil gozou no primeiro minuto. Ele olhou para mim e disse: “Você tá apaixonada pelo pau dele.” No fim, era exatamente isso que meu colega queria: mostrar ao corno que sua esposa estava encantada por outro.
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