Depois de um ano sem nos vermos ele veio até São Paulo só para comer meu cuzinho na frente do corno
Relato do vídeo
Esse cara é daqueles que já viraram parte da nossa história. Sempre que viajamos pro Sul, ele é o primeiro da lista a ser convidado pro nosso hotel. É aquele amigo que não decepciona, sabe? Desde o primeiro encontro, ele mostrou que entende do assunto, com uma pegada bruta, daquele jeito caipira que faz qualquer uma perder o chão. Mas, vamos ser honestas, o que rouba a cena mesmo é o pau dele: ENORME, PESADO, e que bate lá no fundo, arrancando gemidos e fazendo os olhos revirarem de tanto prazer.
No último encontro no Sul, ele foi malvadão. Me fez gozar até as pernas tremerem, e isso antes mesmo de começar a meter de verdade. Enquanto socava, já ia namorando meu cuzinho, enfiando dois ou três dedos, me deixando molhadinha e larguinha, como quem tá preparando o terreno. Confesso que sempre amarelei na hora H. O medo de não aguentar aquele monstro ou de ficar “larga” sempre falou mais alto. Mas tudo mudou essa semana, quando ele me ligou dizendo que vinha pra São Paulo e queria matar a saudade. Claro que topei na hora! A ansiedade bateu forte, e decidi que dessa vez ia surpreendê-lo com algo especial.
Passei a semana inteira me preparando. Pedi pro meu corno caprichar, treinando meu cuzinho todos os dias pra deixá-lo bem preparado. Queria chegar no dia do encontro pronta pra dar um show e, quem sabe, realizar a fantasia que ele sempre insinuou. O grande dia chegou, e escolhi um motel pertinho de Congonhas pra facilitar. Me arrumei toda, caprichando na lingerie preta que deixa qualquer um louco, e esperei ele chegar do aeroporto. O voo atrasou (claro, né?), então, pra passar o tempo, fiquei com o Gil, meu parceiro de aventuras, batendo papo e aquecendo o clima. Resolvemos abrir uma live pra apimentar a tarde. Me mostrei, provoquei, dancei um pouco, e senti o tesão subindo enquanto os comentários da galera na live só aumentavam a adrenalina.
Quando ele finalmente chegou, abri a porta com um sorriso de orelha a orelha. Ele não perdeu tempo: me agarrou, beijou com vontade e me levou pro meio do quarto como se eu fosse dele. O clima já tava pegando fogo, e eu só conseguia pensar em subir naquele homem. Mas ele, todo cavalheiro (sqn), pediu pra tomar um banho rápido. Quando saiu do banheiro, jogando a toalha no chão com aquele olhar de predador, eu soube que a noite ia ser épica.
Começamos namorando gostoso, e ele já me presenteou com uma chupada daquelas que fazem morder o lábio e segurar o lençol com força. Me contorci toda, gemendo alto, até que ele parou e me olhou com cara de quem sabia o que eu queria. Não pensei duas vezes: fiquei de joelhos, abri a boquinha como uma boa cadelinha, e ele entendeu o recado. Veio com aquele pauzão na minha direção, e eu fiz questão de caprichar. Foi um boquete babado, com tesão transborda. Ele socou sem dó, forçando até o talo, e eu, orgulhosa, engoli cada um dos mais de 22cm. Não é qualquer uma que encara isso, né?
Depois, ele me colocou de quatro com aquela pegada bruta que só ele tem. Pincelou a entrada, me fazendo implorar, até que meteu forte, arrancando gemidos que ecoaram pelo quarto. Cada estocada parecia empurrar meu útero, um misto de dor e prazer que me deixava tonta. Eu gemia, pedia mais, e ele não aliviava. O homem sabe o que faz, e eu tava entregue. Mas a surpresa que eu tinha preparado ainda tava por vir...
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