Entrei numa live para bater papo e o corno ficou escondido me espiando, quando sai do quarto fui direto no sofa e sentei com...
Relato do vídeo
Final de tarde. Tudo já estava resolvido, mas Gil ainda tinha algumas coisas pra terminar no escritório. Eu, naquela semana fértil, estava insaciável. Só queria gozar gostoso, tirar um soninho e depois ver um filme. Peguei meu brinquedo favorito — aquele que faz mágica — e, como a boa esposa safada que sou, decidi ligar a live.
Comecei já com a buceta molhadinha, brilhando na câmera. A ideia de saber que meu marido estava no escritório, pau duro, me assistindo ao vivo, me deixava louca. O chat explodiu. Um montão de gente entrando, mensagens subindo sem parar, todos pedindo pra eu abrir mais, pra mostrar tudinho. Eles contavam o tesão que estavam sentindo, e aquilo me incendiava. Quanto mais eles me desejavam, mais eu queria mostrar.
Eu queria um pau de verdade me socando, mas por enquanto enfiei o brinquedo. Ele vibrava enlouquecidamente dentro de mim e sugava meu clitóris com uma voracidade absurda. Era como levar choque atrás de choque. Meu corpo inteiro ficava quente, tenso, a buceta contraída, pulsando sem parar. Eu tentava me segurar, não queria gozar tão rápido e acabar logo com a brincadeira… mas quanto mais eu me segurava, mais tesão eu sentia.
Lia cada mensagem imaginando aqueles homens em casa ou no trabalho, pau pra fora, duro, cabeça melada, batendo punheta em ritmo pra mim. E o meu corno ali, sentado, assistindo tudo. A ideia de toda aquela porra voando pra cima de mim ao mesmo tempo me deixava ainda mais louca. Não aguentei. Gozei forte, tremendo no brinquedo, a buceta apertando e soltando sem controle.
Saí da live, ainda ofegante, e fui atrás do meu marido pra ele chupar minha buceta inchada e melada. Mas quando cheguei no corredor, levei o maior susto (e ele também): Gil não estava mais no escritório. Estava deitado no sofá da sala, pau duro pra cima, celular na mão com a live ainda rodando.
Ele tentou levantar, mas eu não deixei. Sentei no colo dele devagar, roçando minha buceta quente, molhada e ainda contraída bem em cima do pau dele. Comecei a rebolar gostoso, fazendo ele sentir cada contração, cada gota do meu tesão. Ele gemeu alto enquanto eu o usava.
E lógico… saí de lá com a buceta pingando leite dele, o corpo satisfeito e a cabeça cheia de novas maldades pra realizar em breve
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