Ele me provocava sem parar, até que o desafiei a vir à minha casa — mais de sete horas de viagem. Duvidei... mas
Relato do vídeo
Ele vivia me cutucando nas redes, um seguidor novinho que sabia dosar: educado o suficiente pra me intrigar, mas safado na medida que me deixava com um frio na barriga. Comentava nos posts com uma malícia sutil, e na DM? Ah, lá ele se soltava, me elogiando como se me conhecesse de corpo e alma, descrevendo toques que me faziam corar sozinha. Aquilo me fisgou — um jogo de palavras que virava imaginação na hora. Chamei pro privado só pra ver até onde ia, e o papo rolou gostoso: ele com aquela lábia que me arrepiava, mandando fotos discretas do corpo malhado, coxas firmes e um contorno que prometia. Eu respondia no mesmo tom, mas veio o problema: morava na divisa do estado, sete horas de estrada pra cá. "Vai ficar no virtual", pensei, e deixei rolar.
Mas esses dias em SP viraram o jogo. Ele apareceu no chat todo confiante, trocando mensagens quentes enquanto eu provocava: "Fala bonito, mas e a atitude? Se quiser de verdade, eu te mostro o que é fogo." Jamais imaginei que ele topasse. Pegou um carro emprestado, encheu o tanque e fez um bate-volta só pra me ver. Loucura que só o Twitter arma, né? Perfil distante virando presença real, com cheiro de aventura.
Me arrumei com capricho: banho morno com óleo suave, pele macia e cheirosa, lingerie que abraçava o corpo nos lugares certos, e um perfume que sussurrava convite. Ansiedade no peito, corpo ansioso pelo que viria. Ele chegou cedo demais — 30 minutos antes, o interfone ecoando. Gil atendeu, os dois na sala em papo leve sobre o caos do trânsito, como se fosse casual. Desci devagar, de vestidinho leve que dançava nas coxas, e ao vê-lo... uau, era um gato de verdade. Alto, moreno, sorriso que derretia, camisa marcando os músculos sem esforço. Nossos olhares se prenderam, e a energia fluiu — ar carregado, pedindo pra se soltar.
Sentamos no sofá, conversa fiada por um instante: "A viagem foi pesada?" Ele sorrindo, eu cruzando as pernas devagar, roçando de leve. A tensão era palpável, o silêncio dizendo mais que palavras. Não resisti — peguei na mão dele, puxei pro canto e colei os lábios nos dele. Beijo lento no começo, depois urgente, línguas se entrelaçando com fome acumulada. As mãos dele subiram pelas minhas pernas, apertando suave, e eu sussurrei: "Me mostra que não é só conversa." Ele entendeu na hora: me deitou no sofá, ergueu a saia e desceu a boca, chupando com delicadeza que me fez arquear. Língua dançando no ponto certo, sugando devagar, me deixando molhada e trêmula, as mãos no cabelo dele guiando o ritmo.
Queria dar o troco — ajoelhei no tapete, abri o zíper devagar e o pau surgiu: firme, pulsando na minha mão. Ele guiou com cuidado, deixando eu explorar, depois aprofundou, me enchendo a boca enquanto eu gemia baixo, sentindo o calor dele na língua. Olhos nos meus, como se soubesse o quanto eu queria. Já tava rendida, o corpo todo entregue, mas ele me puxou de volta, deitou e abriu minhas pernas, lambendo com maestria, enfiando a língua suave enquanto eu rebolava devagar. "Quero você desde as mensagens", murmurou rouco, e subiu, roçando a ponta na entrada, me abrindo aos poucos antes de entrar fundo.
Se moveu com ritmo perfeito, devagar pra sentir cada centímetro, depois mais forte, me preenchendo inteira.
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