Depois de um namorinho ele me pegou forte e encheu minha cara de tapas
Relato do vídeo
Depois do primeiro round saí do quarto pingando. Ele me fez gozar tanto que a cama virou um lago, as roupas estavam encharcadas, e até a mala aberta no chão levou uma lavada generosa do meu gozo. Minhas pernas tremiam tanto que mal conseguia andar direito. Fui cambaleando pro banheiro, querendo só um banho rápido pra me recompor.
Quando virei o rosto, os dois já estavam na porta do box me olhando como lobos. O corno com o pau duro na mão, sussurrando baixinho:
“Me chama, vai… por favor…”
Eu ainda não tinha forças nem pra responder. Ele percebeu, entrou no chuveiro comigo, me abraçou por trás e começou a me secar devagar, passando a toalha com calma enquanto eu recuperava o fôlego.
Saí do banho e voltei pra cama. O corno se levantou rapidinho, abrindo espaço. Deitei no peito do meu macho novo, sentindo aquele corpão quente, o cheiro de sexo misturado com perfume caro. Adoro essa parte: ficar toda melada e abraçada no cara enquanto o corno fica ali, olhando, com ciúmes comendo ele por dentro. Olho pro corno, dou um sorrisinho sacana e falo bem devagar:
“Tá com saudade de mim, né, corninho?”
O tesão dele aumenta na hora, dá pra ver o pau pulsando.
Ficamos deitados assim um tempo, quase pegando no sono de tão exausta que eu estava. Até que o macho levantou devagar, abriu minhas pernas e desceu a boca na minha buceta. Ela já estava inchada, vermelhinha, sensível de tanto pau que levou… mas ele soube chupar com uma delicadeza cruel. Língua lenta, sugando o clitóris de leve, depois mais forte. Em poucos minutos eu já estava melando tudo de novo, gemendo rouca, implorando pra ser comida.
Ele subiu, encaixou o pau devagar e começou a meter fundo. Ergui as pernas bem alto, segurei os tornozelos e abri tudo pra ele. Cheguei no ouvido dele e comecei a jogar pesado:
“Quero tudo dentro… na próxima eu tiro a camisinha, deixo você esparramar tudinho lá no fundinho… vai me encher todinha…”
O homem perdeu o controle. Olhos vidrados, respiração pesada.
“Vou gozar… caralho…”
Falei no ouvido dele, bem safada:
“Então goza tudo em cima de mim… bem na barriga, no peito… pra depois o corno vir aqui lamber tudinho com a linguinha dele.”
Ele enlouqueceu de vez. Tirou, deu umas punhetadas rápidas e esporrou forte, jatos quentes caindo na minha pele. Ainda ofegante, olhou pro corno e mandou com voz firme:
“Vem cá. Limpa ela. Chupa minha porra toda.”
O corno veio tremendo de tesão e humilhação misturados. Começou a lamber devagar, primeiro a barriga, depois subindo pro peito, engolindo tudo enquanto eu gemia baixinho de prazer só de olhar a cena.
Depois disso meu corpo já não respondia mais. Estava completamente entregue, arrombada, gozada, destruída por um cara que eu nem conhecia duas horas antes. Só deu tempo de dar um beijo lento e molhado de despedida nele, sentir o gosto dele na minha boca mais uma vez… e desabar na cama, pernas abertas, toda melada de porra e de mim mesma, sorrindo enquanto o corno ainda lambia o resto.
Pronto. Dormi assim mesmo: toda fodida, toda marcada, toda feliz.
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