Foi mais que um boquete, foi um show para quem estava passando
Relato do vídeo
Olha, o clima tava pegando fogo, e o corno ali, com a mão no volante e a outra no pau, todo ouriçado, já imaginando o que vinha pela frente. O vendedor de rua ficou sem ar, coitado, com os olhos vidrados na minha buceta e naquela máquininha, parecendo que o tempo parou pra ele. O cara tava roxo, suando, e o trânsito, como sempre, resolveu andar bem na hora. Meu corno? Ficou mais louco ainda. Peguei no pau dele, tava quente, pulsando, e ele já não se aguentava. Baixei o short dele e comecei a bater uma, bem devagar, só pra atiçar. Ele tremia, o pau parecendo que ia explodir, e eu, claro, não ia facilitar. Queria ver até onde ele aguentava.
Provocando mais, fiz ele implorar pra ver tudo de pertinho. Me empinei de quatro, mostrei o cuzinho, e ele, sem pensar, puxou meu vestido. Fiquei com a bunda toda de fora, bem na janela, pros caminhoneiros se acabarem nas buzinas. Eu tava lá, saboreando o pau do corno, que já tremia até a boca, louco por mais. Parei e joguei na cara dele: “O que você quer, corno?” Ele tentou segurar, mas não deu. “Manda um oi pro seu cabeleireiro, provoca ele, mostra essa buceta,” ele soltou, todo envergonhado, mas com o pau latejando. Peguei o celular, deixei ele se acabar na punheta e mandei um “OI” pelo WhatsApp, mostrando a tela pra ele. O homem ficou possuído, batendo com mais força, a cabeça do pau inchada, parecendo que ia explodir.
Quando o cabeleireiro respondeu, abri as pernas bem no banco, já imaginando ele me pegando de quatro, deixando minha buceta ensopada. Me toquei junto com o corno, lembrando de uma conversa com o cara: a esposa dele não liberava o cu. Então, peguei um vídeo meu, toda arrombada de quatro, gemendo alto, e mostrei pro corno. Falei: “Assim que você gozar, vou mandar isso pro macho que vai me comer.” Não deu nem um minuto, ele se acabou numa gozada farta, o coração quase saindo pela boca. Eu? Tô só na espera da próxima “vítima” pra deixar meu corno ainda mais corno. 😈
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